Alimentação do professor: como nos alimentarmos bem na correria da nossa rotina.

Alimentação do professor: como nos alimentarmos bem na correria da nossa rotina.

Olá Professor!!!!

Como você está hoje??? E sua alimentação, será que que está ajudando você a manter o pique da rotina puxada??

A alimentação é sempre um aspecto importante a ser levado em consideração quando falamos sobre a manutenção da nossa saúde e bem-estar. É através dela que adquirimos os nutrientes básicos necessários aos principais processos metabólicos do nosso organismo.

Nós, professores e professoras não estamos fora dessa regra. Nossa profissão exige atenção constante, capacidade reflexiva, energia (muita energia!!!), prontidão para saber lidar com o imprevisível, dentre outras grandes qualidades. Todas essas qualidades são melhor expressadas, claro, se nosso corpo está bem “abastecido” e livre de toxinas.

Porém, há algo que devemos ter em mente: estar bem “abastecido” ou bem nutrido, não está relacionado à quantidade de alimentos ingeridos, e sim à qualidade desses alimentos. Na verdade, quanto mais ingerimos alimentos sem qualidade, mais toxinas armazenamos no nosso organismo, prejudicando o bom funcionamento do nosso organismo.

Em nossa cultura fabricamos e ingerimos alimentos de baixíssima qualidade, repletos de aditivos químicos que nos enche de toxinas. Algumas substâncias artificiais como aromatizantes, corantes, acidulantes, conservantes, etc, são ao longo do tempo, nocivas ao correto funcionamento do corpo.

Essas substâncias não causam doenças, mas dificultam o metabolismo e geram toxinas. As queixas das pessoas que se alimentam dessa forma são geralmente as mesmas: sentem-se cansadas, sonolentas, sem energia. Como gastam mais energia do que o necessário, algumas pessoas adoecem com frequência e outras, de forma crônica, se acostumam com certas “mazelas” do corpo.

 Porém, o que essas pessoas não sabem é que, de certo modo, a maioria desses sintomas poderia ser eliminada com a simples mudança dos nossos hábitos alimentares.

A dieta fastfood é a pior de todas. E, infelizmente, é a dieta principal da maioria dos professores do nosso país. Mas pensamos: não temos tempo! Precisamos de tempo para nos dedicar a ter uma boa alimentação!!!

Em nossa cultura encontramos vários tipos de dieta. Há pessoas que são frutívoras e só se alimentam de frutas; há os que são crugívoros e se alimentam de tudo o que pode ser consumido na forma crua, incluindo a moda nutritiva dos alimentos verdes; há ainda os macrobióticos, os vegetarianos, os veganos, e aqueles que não ligam para nada disso, mas procuram evitar fastfood, frituras e outros alimentos pouco saudáveis.

Como conciliar a profissão de professor com uma boa dieta??? A maioria dessas dietas citadas não são compatíveis com a nossa profissão, pois precisamos nos alimentar de forma rápida e é muito pouco viável nos mantermos em pé se formos comer somente saladinhas!!!

Se resolvermos nos alimentar somente de vegetais crus, por exemplo, iríamos ao longo do dia sentir que estamos perdendo muita energia. Porém se nos alimentarmos de muita carne, poucas horas depois, nosso organismo estará lento e totalmente sem energia também!!!

Então, como devemos fazer?

A cultura oriental dá um grande valor à alimentação. Eles vinculam diretamente a qualidade da alimentação à saúde e à qualidade de vida das pessoas. Não é a toa que das pessoas que passam dos cem anos, a maioria é oriental.

A sabedoria milenar dos povos orientais nos fala que tudo em nosso organismo é regulado por 3 tipos de nutrientes que todos nós, seres humanos, absorvemos diariamente:

  • 1o nutriente: a comida que ingerimos
  • 2o nutriente: o ar que respiramos
  • 3o nutriente: as impressões sensoriais que temos do mundo ao nosso redor

A comida que ingerimos

As culturas orientais valorizam os alimentos que possuem o que eles chamam de  “energia vital”. Uma fruta colhida da árvore está repleta de energia vital, pois está viva, com a seiva ainda fluindo dentro dela. Isso quer dizer que esse tipo de alimento nos nutre de duas formas: com os nutrientes comuns que encontramos na fruta e com a energia vital que ela nos fornece.

Porém, não encontramos uma árvore com frutas em qualquer lugar. Mas a regra segue: uma fruta crua, mesmo comprada em supermercado, tem mais energia que um alimento processado, que durante sua industrialização passou por tantos processos que foi perdendo, aos poucos a energia vital que tinha originalmente.

Observe a comida que ingerimos.

  •  Você está ingerindo substâncias artificiais juntamente com a comida?
  • Ela é uma “comida viva”? Não se assuste com essa pergunta! Comida viva não é aquela que quando a gente espeta com o garfo ela grita e sai correndo!!! Comida viva é uma expressão que significa comida com mais energia vital.
  • Ela passa por muitos processos de industrialização ou é mais integral, orgânica?

Além disso, devemos observar que o nosso organismo possui mecanismos distintos para digerir os diferentes tipos de alimento. Ou seja, a digestão de proteínas é diferente da digestão de carboidratos e da digestão de gorduras, por exemplo.

Quando misturamos demais os alimentos em uma única refeição, a digestão vai ser mais lenta e vai demandar mais energia para se efetivar. É por isso que sentimos uma certa letargia após a refeição.

Contudo, se evitamos essa mistura de alimentos, nossa digestão segue mais facilitada e ficamos mais dispostos o restante do dia.

Para saber dicas de como nos alimentarmos bem em restaurantes selfservice visite a sessão de “Dicas de Bem-viver” para ficar por dentro e começar a fazer a diferença em sua vida!!!

O ar que respiramos

Para os orientais, a energia vital que encontramos nos alimentos não processados também está presente no ar que respiramos.

É por isso que muitas atividades saudáveis que a cultura oriental, como um todo, propaga dão especial atenção à respiração.

Nesse caso, não só a qualidade do ar importa, mas também, e sobretudo, a forma como respiramos.

É claro que geralmente encontramos, nas grandes cidades, um ar já poluído. Mas quem não sente algo diferente quando respiramos o ar da manhã, logo cedo, quando ainda os carros não estão passando nas ruas? Umas boas inspirações desse ar é extremamente vitalizante para o corpo e traz bastante alegria para o dia!

A forma como respiramos também é muito importante.

Faça uma inspiração profunda e expire. Observe se, quando você respira, os ombros, o peito, as costelas ou a barriga se mexem.

Quanto mais profunda a respiração, mais lenta ela se dá e tem a tendência de fazer o abdômen se movimentar juntamente com ela.

Ao inspirarmos profundamente, o abdômen se dilata, ao se expirar, ele se contrai. Se você consegue realizar esse tipo de respiração, parabéns!!! Dessa forma, seu organismo tende a ter um metabolismo mais equilibrado.

Quanto mais lentamente respiramos no nosso dia-a-dia, mais equilíbrio teremos em nosso metabolismo. Se respiramos aceleradamente, nosso metabolismo se acelera. Se quiser experimentar, comece a respirar de forma acelerada. Em poucos segundos, seu coração começa a acelerar também, poderá suar, inclusive. Se nosso metabolismo está acelerado, constantemente, nossa “máquina humana” tende a um envelhecimento mais acelerado, já que o metabolismo se acelera também. Isso é comprovado cientificamente. Se tiver interesse, entre na nossa “Linkoteca” e poderá ver vários artigos sobre esse tema.

Impressões Sensoriais

Não nos atentamos ao fato de que nos alimentamos de impressões sensoriais. Mas a todo momento estamos sendo bombardeados por informações sensoriais.

A televisão é a principal “alimentadora” de impressões que temos em casa.

Observe como suas emoções e sua conduta ficam alteradas de acordo com o que você assiste na TV.

Por isso devemos escolher bem aquilo que assistimos na TV. Seria adequado escolhermos boas impressões para nos alimentar.

Um bom ambiente de trabalho, a nossa sala de aula, nossa casa, todos esse lugares devem estar “bem nutridos” em termos de impressões. Devemos preservar a qualidade de impressões desses ambientes, evitando informações falsas, cenas de violência, e qualquer impressão que possa nos dar uma sensação ruim.

Para cada um dos três tipos de alimentos que vimos nesse artigo (a comida que ingerimos, o ar que respiramos e as impressões sensoriais que temos no cotidiano) propomos dicas de como nos alimentar bem, na sessão “Dicas de Bem-viver”.

Um grande abraço!!!

Profa. Patricia Limaverde

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